Olhos fechados...
boca molhada
Feridas!
Tão estranha essas grandes feridas
tomam conta
regem sobre
pensam
sua vida.
O destino escreve em papiros
Ilusões
Medos
Sonhos
Verdades
Uma escada, uma escada, uma escada, uma escada para um leito
Se sente pequena
Demasiada frágil
Medo toca sua alma
Medo, são sentimentos
A cama parece tão alta... tão distante... um outro plano
E o carinho parece ser uma salvação de seu corpo
Um corpo com medo
des-
cons-
tru-
ido.
Que busca uma razão para ser
completo]
Olhares debaixo de cílios
Que arranham a pele alheia
Num desconforto cômico
boca molhada.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Astro - Poeta
Como posso ter perdido de vista tão amada ilusão?
Enquanto o sonho partia e me deixava só, no escuro
Depois de tanto tempo longe, a anos-luz de solidão
Uma dúvida e uma boca refletiu em um sonho absurdo
Por que esse corpo de luz a qual é impossível dizer não
Brilha em uma galáxia distante, outra nebulosa, outra criação
Mas mesmo que eu pertenceste à esse outro mundo
Teria que dedicar palavras e atos à esse amor puro
Ora... observo a em meu íntimo... ora espero a brilhar
Esperando a noite cair ou a aurora surgir... que seja
Pois tuas lágrimas me afogam e teu calor me aperta.
Suas palavras mais me tocam que minha boca poderá te tocar
E dentro de minha alma espero que você veja
Que aqui, nada há a mais, que amor nesse poeta.
Lutene
Enquanto o sonho partia e me deixava só, no escuro
Depois de tanto tempo longe, a anos-luz de solidão
Uma dúvida e uma boca refletiu em um sonho absurdo
Por que esse corpo de luz a qual é impossível dizer não
Brilha em uma galáxia distante, outra nebulosa, outra criação
Mas mesmo que eu pertenceste à esse outro mundo
Teria que dedicar palavras e atos à esse amor puro
Ora... observo a em meu íntimo... ora espero a brilhar
Esperando a noite cair ou a aurora surgir... que seja
Pois tuas lágrimas me afogam e teu calor me aperta.
Suas palavras mais me tocam que minha boca poderá te tocar
E dentro de minha alma espero que você veja
Que aqui, nada há a mais, que amor nesse poeta.
Lutene
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