Extremos
Dois extremos do ser humano
Dois extremos em mim
Anjos que guiam
Anjos que divergem
Demônios que falam
Anjos que seguem
Se todo o mal castra
As vozes que tenho
Se toda a bondade faz tudo
Acabar em silêncio
De dois extremos
Sou único inteiro
Sou todos em um
Um ser humano completo
Um inocente e um devasso
Todos ao mesmo tempo
Amor, ódio, dor e prazer
Tudo se mistura no viver
Aquele que se entrega aos pecados da carne
Aquele que se entrega inocente à sociedade
No equilíbrio do saber
No equilíbrio da carne
De dois extremos
Sou a metade
Lutene Mascheteno
domingo, 6 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Soneto
Soneto sem nome
Com belos palácios deixe me atentar-te
De doces poesias que encantôo ao luar
Se não ouvires minhas súplicas clamar-te
Repito em mil tons “me faça sonhar”
Versos de ouro, tenho para banhar-te
Seu corpo nu à mostra do mar
Em seu peito de pura sensualidade
Retiro-me ao doce prazer de sonhar
De amor me transbordo, em paixão
Digo-lhe que não mais agüento
O tempo que passa sem razão
E lentamente acaba cedendo
A dois corações perdidos no mar
A duas almas destinadas a sonhar
Lutene Mascheteno
Com belos palácios deixe me atentar-te
De doces poesias que encantôo ao luar
Se não ouvires minhas súplicas clamar-te
Repito em mil tons “me faça sonhar”
Versos de ouro, tenho para banhar-te
Seu corpo nu à mostra do mar
Em seu peito de pura sensualidade
Retiro-me ao doce prazer de sonhar
De amor me transbordo, em paixão
Digo-lhe que não mais agüento
O tempo que passa sem razão
E lentamente acaba cedendo
A dois corações perdidos no mar
A duas almas destinadas a sonhar
Lutene Mascheteno
Assinar:
Postagens (Atom)