Soneto sem nome
Com belos palácios deixe me atentar-te
De doces poesias que encantôo ao luar
Se não ouvires minhas súplicas clamar-te
Repito em mil tons “me faça sonhar”
Versos de ouro, tenho para banhar-te
Seu corpo nu à mostra do mar
Em seu peito de pura sensualidade
Retiro-me ao doce prazer de sonhar
De amor me transbordo, em paixão
Digo-lhe que não mais agüento
O tempo que passa sem razão
E lentamente acaba cedendo
A dois corações perdidos no mar
A duas almas destinadas a sonhar
Lutene Mascheteno
sexta-feira, 4 de julho de 2008
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2 comentários:
só pra evitar uma surra!
bom trabalho, cara!
Grande escritor, poeta rsrs !
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